Morre último cão que atuou nos resgates ao Ataque do 11 de Setembro

Cadela fazia parte do grupo de 300 cães que atuaram em resgates durante os ataques ao World Trade Center


Uma cadela que ficou conhecia por ter participado dos resgates de pessoas após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, morreu no último dia 16, aos 16 anos de idade. A cadela fazia parte do grupo de 300 cães que atuaram em resgates durante os ataques ao World Trade Center, e era o último animal do grupo que estava vivo.

Bretagne (pronuncia-se “Brittany”), como era chamada a golden retriever, foi enviada a Nova Iorque para auxiliar nas buscas quando tinha apenas 2 anos de idade e chegou a trabalhar 12 horas por 10 dias seguidos. Ela ainda auxiliou em outros eventos famosos, como o furacão Katrina e o Rita.

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Fotos: Reprodução/ Today

Aos nove anos de idade, a cadela se aposentou da vida de resgate, porém, continuou como voluntária em escolas de Houston, ajudando crianças que tinham problemas com timidez escolar. Como elas tinham vergonha de ler em voz alta diante de toda a turma, eles liam para Bretagne e assim desenvolviam a leitura e iam perdendo a timidez aos poucos.

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Há algum tempo atrás, a golden retriever começou a desenvolver problemas renais, além de não conseguir fazer algumas tarefas básicas, a exemplo de subir escadas devido sua idade avançada. Assim, em decorrência de todos esses problemas, Bretagne precisou passar pelo processo de eutanásia. Durante sua caminhada até a clinica onde o procedimento seria realizado, ela foi recepcionada por  membros do Corpo de Bombeiros que prestaram continência durante a passagem da cadela.

Confira no vídeo abaixo:

Com informações de Today


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