Conheça a história da ração para os cachorros

Em 1860, surgiu o ‘bolo para cão’, de James Spratt. E só em 1957 foi que de fato apareceram as opções de rações como podem ser encontradas, atualmente, no mercado


Nem sempre os cães foram domesticados e aproveitaram da mordomia que hoje possuem em seus lares. Pelo contrário, os peludos de antigamente dependiam apenas de si mesmo para conseguirem um local para descansar, comer e se amparar. Infelizmente, essas situações ainda estão presentes na vida de muitos pets, mas são realidades que são transformadas com o tempo.

Por exemplo, quando os animais passaram a fazer parte da família eles recebiam sobras das refeições feitas pelos seus donos. Deixaram a condição de caçadores e começaram a esperar os alimentos ofertados por seus responsáveis. Para chegar na ração como hoje é vendida em Pet Shops ou supermercados foi preciso muito tempo e estudo por parte dos produtores.

Atualmente, existem vários tipos de alimentos para os peludos, que estão divididos pela idade, qualidade nutritiva e até mesmo para casos especiais, quando o cachorro possui algum problema de saúde. Para entender melhor a história das rações, tal como sua origem e características, o Clube para Cachorros traçou uma linha do tempo que ajuda nesse processo de conhecimento.

Tipos de refeições para cães

Os cachorros comem de um tudo, mas nem todos os alimentos que eles consomem podem ser considerados como ração. Este produto, tal qual conhecemos hoje, tem sua primeira marca em 1860 com a criação do “bolo para cão” de James Spratt. Mesmo não parecendo com os pedaços crocantes das rações secas, foi a primeira comida comercial feita especialmente para cães.

Conheça a história da ração para os cachorros

Foto: Free Images

Alguns anos depois, em 1907, o Sr. Bennett  produziu um alimento que pudesse suprir todas as necessidades nutritivas que os cães precisam. Já em 1941, as refeições destinadas aos cachorros já estavam sendo vendidas de forma enlatada. Esse tipo de comércio facilitava a vida dos donos de cães, que não precisavam cozinhar para seus animais. E foi em 1957 que surgiram as rações como são comercializadas hoje.

A indústria alimentícia destinada aos animais cresceu por necessidade. Antes, animais ao comerem carne crua acabavam adquirindo endoparasitas com mais facilidade, o que lhes encurtavam a vida. Além disso, temperos da cozinha humana também não eram saudáveis para os peludos. A praticidade de um alimento pronto e feito especialmente para os cães fez esse mercado se desenvolver.

A composição das rações e seus respectivos consumidores

No geral, as rações são ricas em fibras, vitaminas, minerais e outros nutrientes necessários para o desenvolvimentos dos cães e para garantir a saúde desses animais. Através de uma alimentação balanceada e nutritiva, os cachorros podem ter uma vida mais saudável. Todas as substâncias que compõem as rações são retiradas de carnes, vegetais, trigo, arroz, leite, grãos de milho etc.

Existe um tipo para cada etapa da vida. Dessa forma, as marcas de ração dividem a linha para filhotes, com grãos menores e mais amolecidos. Para cães com a partir de um ano de vida, as quais possuem um tamanho maior e mais secos. Já a ração destinada exclusivamente para os cães idosos, a sênior, possui os nutrientes ideias para essa fase delicada da vida do peludo.

Há também no mercado pet rações que são medidas pela qualidade dos nutrientes, como a standard, premium e super premium. Além disso, há alimentos específicos para cães doentes. É o caso da comida feita especialmente para cachorros portadores de diabetes mellitus.


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