Responsabilidade: dicas para adotar um cãozinho deficiente

Entre as possíveis deficiências que atingem um cãozinho, duas se destacam pela frequência em que ocorrem, são elas: paralisação das patas e a cegueira


Adotar um animal é o maior ato de amor que você pode ter por um bichinho, isto porque com esta atitude você oferece a oportunidade ao pet de ter uma família completa e repleta de carinho.

Já quando se trata de um peludo deficiente, a adoção é ainda mais especial, tendo em vista que nestes estados da vida, os cães sofrem muito preconceito das pessoas e por isso passam a vida toda em abrigos esperando por uma chance.

Por isso, ao adotar um cãozinho com alguma deficiência você estará sendo também o salvador da vida deste peludo, oportunizando uma nova chance de amor, carinho e felicidade. Contudo, antes de ser um “super-humano” para um animal é preciso levar em consideração as limitações, cuidados e as características em adotar um bichinho deficiente.

Tipos de deficiências que um cão pode ter

Responsabilidade: dicas para adotar um cãozinho deficiente

Foto: depositphotos

Antes de mais nada é interessante conhecer quais são as possíveis deficiências que um cãozinho pode apresentar ao longo da vida, para que desta forma seja possível preparar a casa e a família para receber o animal.

Portanto, entre os possíveis problemas, dois se destacam são eles: a paralisação das patas, que podem surgir devido acidentes, atropelamentos e até como sequelas de doenças como no caso da cinomose; e a cegueira, deficiência que pode ser adquirida através de doenças e até de forma congênita, isto é, passada de pais para filhos.

Dicas para quem vai adotar um animal deficiente

  • Arrume a casa para recebê-lo: Independente da deficiência que o peludo apresenta, é necessário preparar o espaço para que ele se acomode o mais rápido possível. No caso de cães que apresentam dificuldades de locomoção, devido à cadeira de rodas, é importante deixar o comedouro, bebedouro, caminha e todos os brinquedos do peludo em lugar acessível. Da mesma forma para um cãozinho que não enxerga, deixe os espaços com poucos móveis para evitar de se machucar;
  • Prepare a família e os amigos: Quando um animal chega em um novo território ele tem a intenção de conhecê-lo, explorá-lo. Isto também vale para as pessoas que estão no ambiente, por isso é importante apresentar todos os familiares e amigos ao peludo. Ao mesmo tempo é preciso explicar as pessoas ao redor as limitações do peludo, para que todos possam respeitar o seu espaço;
  • Organize os gastos: É fato que cães deficientes precisam de mais atenção médica, mas isso não quer dizer que eles adoeçam mais que outro animal. A questão central é que por ele está em uma condição física vulnerável é possível que ocorra alguns acidentes e por isso, o tutor precisa ter condições de cuidar da saúde do pet junto à veterinários competentes;
  • Esteja aberto para receber e dar amor: Cães deficientes parecem ser mais gratos aos seres humanos e por isso são mais amorosos. Sendo assim, um tutor que vai adotar um animal com algum limitação física, saiba que o único limite que não vai existir é com relação ao amor, pois os peludos sabem ser agradecidos por todo o carinho e pela oportunidade de ter uma família e ser feliz por completo.


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