Cães precisam de cuidados redobrados em dias de chuvas

A maior preocupação de um tutor, nestas épocas, é com relação ao contágio de leptospirose. Contudo, os animais também estão propensos à outras doenças


Chuva, frio e animais de estimação não são uma boa combinação. Isto porque, quando os pets estão expostos a estes fatores naturais eles também estão propensos à desenvolver doenças perigosas, que comprometem não só a qualidade de vida deles, mas também de seus tutores.

Levando em consideração os vários problemas desencadeados por esta relação, é preciso que o responsável pelo peludo tome determinadas medidas, com o intuito de evitar maiores preocupações com a saúde do cãozinho.

Desta forma, o tutor consegue proteger o seu melhor amigo de patas com atitudes simples. Mas para isso, é preciso reconhecer os possíveis riscos que o animal está sujeito à passar.

Cães precisam de cuidados redobrados em dias de chuvas

Foto: depositphotos

Problemas de saúde decorrentes do contato do cão com chuvas

Leptospirose

A maior preocupação que um tutor deve ter, em épocas de chuva, é com relação ao contágio de leptospirose. Esta doença transmitida pelo contato do animal com a urina contaminada do rato, pode deixar a saúde do pet debilitada, tendo em vista que entre os sintomas estão: falta de apetite, vômito, febre, alterações renais, desidratação, apatia, pele amarelada, fezes com sangue e urina escura. Em casos mais graves ou quando o peludo não recebe os devidos cuidados médicos, a doença pode ser fatal.

Além disso, vale ressaltar que esta é uma zoonose, ou seja, uma patologia que pode ser transmitida do cachorro para o humano. Caso o tutor ou outros cães tenham contato direto com fezes, urina, sangue ou utensílios do animal contaminado, estes também poderão contrair a leptospirose. Por isso, que este é um dos problemas mais graves.

Fungos

Porém, a preocupação não para na leptospirose. Um animal que tem contato com chuva pode apresentar outras doenças, que mesmo possuindo um grau de gravidade menor, merecem atenção do tutor. Este é o caso de problemas de pele, tendo em vista que um pet molhado está propenso a desenvolver bactérias e fungos que danificam o pelo e a epiderme.

Articulações

Outro exemplo de distúrbio é com relação as articulações, principalmente, em cães idosos. Pois o corpo molhado, junto às temperaturas baixas, acabam potencializando dores na junção entre os ossos.

Pneumonia

Além destes problemas, o cachorro também pode apresentar hipotermia, estado de saúde que tem como consequência quadros de gripes e pneumonias.

Medidas preventivas

  • Vacinar o cachorro contra leptospirose é a melhor forma de agir contra esta doença. Geralmente, os veterinários aplicam esta vacina a cada seis meses;
  • Manter o cachorro em um ambiente seco e seguro é o mais indicado, pois desta forma o tutor evita que ele se molhe na chuva;
  • Caso o animal tenha se molhado, é preciso enxugar bem os pelos e de imediato. Assim ,é possível evitar problemas de pele, nos ossos e no trato respiratório;
  • É preciso atenção aos recipientes de ração e água, para não deixá-los expostos à chuva e aos roedores. Após a refeição do pet, o resto da comida deve ser descartada e a tigela lavada com sabão neutro e água. Por fim, deve ser armazenada em lugares apropriados.

Faça uma boa ação!

Existem muitos animais abandonados nas ruas, que merecem atenção e carinho como todos os peludos que sabem o que é ter um lar. Frente a isso, mesmo que você não tenha espaço para adotar mais um pet, ofereça um lar temporário à um cãozinho, pelo menos durante uma chuva. O Clube para Cachorros acredita que boas atitudes mudam o mundo. Então, ajude a transformar este mundo em um lugar melhor para todos os seres.


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