10 coisas que você não sabia sobre as patas de seu cachorro

Orelhas, olhos e rabinho: olhamos para tudo para entender o pet, menos para as patinhas. Confira 10 coisas que você não sabia sobre as patas de seu cachorro.


Normalmente observamos os olhos, orelhas e o rabinho do cão para entender a sua forma de expressão de felicidade e tristeza, por exemplo. As patinhas, no entanto, apesar de serem deixadas de lado, são determinantes e tem tanta fofura quanto o resto do corpo do cãozinho. As patinhas são lindas, sim, mas vão muito mais além: as patas são usadas para correr, saltar, pular e realizar muitas proezas e bravuras. Mas o que será que não sabemos sobre as patinhas dos pets?

1. Formação das patas

As patinhas dos cães são formadas por muitos dos 319 ossos que compõe o esqueleto do animal, além de conter ainda pele, tendões, ligamentos, tecido conjuntivo e fornecimento de sangue. São compostas pelas unhas, almofadas digitais, almofadas metacarpo, almofadas do carpo e o quinto dedo, conforme imagem.

2. Proteção

Assim como o metacarpo, as almofadas digitais funcionam como amortecedores, ajudando na proteção dos ossos e articulações das patinhas. As almofadas do carpo atuam como se fossem freios, ajudando quando o cão precisa descer ladeiras íngremes e escorregadias. Além disso, as almofadinhas das patas ajudam a proteger os tecidos internos dos pés das temperaturas externas, devido à uma espessa camada de gordura. Protegem ainda na hora de andar em terrenos ruins, deixando as patinhas mais grossas.

3. Transpiração

A transpiração acontece por meio de uma camada interna da pele que tem as glândulas sudoríparas, que por sua vez transmitem a transpiração para a camada externa da pele, refrigerando a região. As patas podem transpirar ainda quando sofrem estresse ou ansiedade e nervosismo, ficando com as “mãos suadas”, da mesma forma como acontece com as pessoas.

4. Formato

Os dedos dos cães são equivalentes aos dedos das nossas mãos e pés, apesar de eles serem incapazes de mexer os dedos com facilidade como nós.

10 coisas que você não sabia sobre as patas de seu cachorro

Foto: Pixabay

5. O dedão

O quinto dedo, chamado de ergôs, é um vestígio dos polegares e estão quase sempre sobre as patas da frente e, ocasionalmente, na parte de trás. Apesar de esses dedos não terem muita função para a tração e escavação como os outros, os cães conseguem obter um melhor controle sobre os ossos e outras coisas que mastigam graças a eles. Alguns cães, como os da raça Great Pyrenees usam o quinto dedo das patas traseiras para manter a estabilidade quando em terrenos ásperos e desiguais, e, em alguns casos relativamente frequentes, têm ergôs duplos nas patas traseiras.

6. Tamanho

As raças que são típicas de climas frios, como por exemplo o Newfoudlands e o São Bernardo, têm patas enormes, que ajudam a pisar melhor na neve e no gelo. Newfoudlands são os cães que têm os dedos mais longos, dando o segundo lugar para os labradores. As duas raças contam com pés espalmados, sendo excelentes nadadores.

7. Pés de gato

É possível encontrar, em algumas raças, o chamado “pé de gato”, que se refere ao terceiro osso digital mais curto, que resulta em um pé bastante compacto. É preciso, graças a isso, menos força para levantar e ainda aumenta a resistência do cão. As raças que têm os pés de gato são Akita, Doberman, Pinscher, Schnauzer gigante, Terra Nova, Bull Terrier, Sheepdog inglês, além de outros.

8. Pés de lebre

Outras raças contam com pés mais alongados e que tem os dois dedos do meio maiores que os exteriores. Esses são chamados de “pés de lebre”, e estão presentes em raças como samoieda, bedlington terrier, borzoi, galgo, entre outros.

9. Cheiro de salgadinho de milho

Muitas pessoas relatam que seus cães têm cheiro de salgadinho de milho nas patinhas. Isso acontece devido à presença de fungos e bactérias e é chamado de pé frito, mas normalmente não traz maiores complicações.

10. Massagens

Assim como nós, os cães adoram ter as mãos e pés massageados. Isso pode ajudar o seu cão a relaxar, além de promover uma melhor circulação.


Reportar erro