O que fazer em afogamento de cachorros?

Com agilidade, retire o animal da água e leve-o para um lugar seguro. Após os primeiros socorros, leve o animal ao veterinário, mesmo que ele esteja ‘bem’


Cães nascem com a habilidade para nadar, porém, acidentes podem ocorrer e, em virtude de um afogamento, o animal pode acabar morrendo, caso não haja os primeiros socorros. Uma escorregada na borda da piscina, filhotes tentando beber água em bacias grandes ou baldes, falta de equilíbrio e até mesmo a curiosidade podem acarretar em um afogamento e assim colocar a vida do pet em risco.

É claro que a medida mais eficaz é a prevenção. Entretanto, se o acidente já ocorreu é necessário agir rapidamente, pois cada segundo é vital para um animal que está se afogando. Mantenha a calma e com bastante agilidade retire o animal da água e leve-o para um lugar seguro. Após os primeiros socorros, leve o animal ao veterinário, mesmo que ele pareça estar bem após o ocorrido. Geralmente, as dificuldades respiratórias que podem ocorrer, começam 24 horas depois.

Quais são os primeiros socorros?

Depois que você conseguir retirar o animal da água, coloque-o em uma superfície segura. Nesta situação, o momento é de retirada de água dos pulmões, traqueia e boca do animal. Para isso, segure o pet pelo quadril e vire-o de cabeça para baixo, balançando o corpo do cachorro. Se possível, peça que alguém aplique uns golpes firmes nos dois lados do peito do cão. Caso o seu peludo seja muito grande para ser levantado, vire-o de lado em uma superfície que deixe a cabeça dele mais baixa que o corpo e ponha sua mão depois da última costela do cãozinho. Pressione de três a quatro vezes em direção a cabeça dele e espere alguns segundos pela reação do cão.

O que fazer em afogamento de cachorros?

Foto: Reprodução/ internet

Mesmo feito isso, e o animal não consiga voltar a respirar, você deve fazer uma respiração artificial nele. Desta forma, tampe a boca do cachorro e assopre duas vezes seguidas nas narinas do pet. Em seguida, observe se há expansão no peito do animal. Caso ele não esbanje reação, continue assoprando, até que ele consiga respirar sozinho. Dê de 15 a 20 sopros por minuto.

Verifique também os batimentos cardíacos do cachorro. Se não houver batimentos, faça uma ressuscitação cardiopulmonar, enquanto que alguém já esteja levando o pet para o veterinário. Para manter a temperatura do cão, enrole o corpo dele em uma toalha ou lençol. Essas técnicas são auxiliares ao tratamento que deve ser continuado por um veterinário, por isso, depois de realizá-las procure ajuda médica o mais rápido possível.

Técnicas para evitar afogamentos

  • Nunca deixe um cachorro próximo de áreas de risco sozinho. Isto é, em piscinas, baldes, bacias, rios, lagos e mares, principalmente se o animal for um filhote;
  • Use um protetor ao redor da piscina ou cubra ela com uma rede;
  • Não permita que animais epiléticos fiquem em piscinas, mesmo que ele saiba nadar uma convulsão descontrola os movimentos do pet;
  • Ao sair de casa, deixe o animal em um ambiente seguro. Longe de recipientes com água. Como já visto, um acidente pode ocorrer por diversos motivos e a prevenção é a forma mais eficaz de salvar a vida do pet.


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